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Teste
de Irritação dos Olhos
É utilizado para medir a ação nociva dos
ingredientes químicos encontrados em
produtos de limpeza e em cosméticos. São
observadas as reações causadas na pela e nos
olhos de animais. Em testes para a irritação
dos olhos, os produtos são aplicados
diretamente nos olhos dos animais
conscientes. Durante o período do teste que
normalmente dura uma semana, os animais
podem sofrer de dor extrema e mutilação e
geralmente ocorre a cegueira. Para prevenir
que os bichos arranhem os olhos, são
imobilizados em suportes, de onde somente as
suas cabeças se projetam. É comum que seus
olhos sejam mantidos abertos permanentemente
através de clips de metal que seguram suas
pálpebras. O teste normalmente causa danos
irreparáveis aos
olhos dos animais, deixando-os ulcerados. No
final do período eles são mortos para
averiguar os efeitos internos das
substâncias experimentadas. Os coelhos são
os animais mais utilizados nos testes Draize
porque são baratos e fáceis de manusear:
seus olhos grandes facilitam a observação
dos resultados.
Teste
Draize de Irritação Dermal
Consiste em imobilizar o animal enquanto
substâncias são aplicadas em peles raspadas
e feridas (fita adesiva é pressionada
firmemente na pele do animal e arrancada
violentamente; repete-se esse processo até
que surjam camadas de carne viva).
Substâncias aplicadas à pele tosada do
animal.
Teste
LD 50
Abreviatura do termo inglês Lethal Dose
50 Perercent (dose letal 50%). É o teste
para detectar qual a quantidade de
substância
que matará a metade do grupo de animais, num
tempo pré-determinado, se ingerida ou
inalada forçadamente ou, exposta de
alguma maneira. Criado em 1920, o teste
serve para medir a toxicidade de certos
ingredientes. Cada teste LD 50 é
conduzido por alguns dias e utiliza 200 ou
mais animais. Durante o período de teste, os
animais normalmente sofrem de dores
angustiantes, convulsões, diarréia,
supuração e sangramento nos olhos e boca. No
fim do teste, os animais que sobrevivem são
sacrificados. Anualmente, cerca de 4 a 5
milhões de animais nos EUA são obrigados a
inalar e a ingerir (por tubo inserido na
garganta) loções para o corpo, pasta dental,
amaciantes de roupa e outras substâncias
potencialmente tóxicas. Mesmo quando o LD
50 é usado para testar substâncias
claramente seguras, é praxe buscar a
concentração que forçará a metade dos
animais à morte. Assim os animais têm de ser
expostos a exorbitantes quantidades da
substâncias proporcionalmente impossíveis de
serem ingeridas acidentalmente por um ser
humano. Este teste prova ser ineficaz porque
os resultados variam muito dependendo da
espécie do animal utilizado. Um prognóstico
seguro da dose letal para os humanos é
impossível de ser detectado através dos
animais.
Testes
de toxidade alcoólica e tabaco
Animais são obrigados a inalar fumaça e se
embriagar, para que depois sejam dissecados.
Experimentos na área da psicologia
Estudo comportamental, incluindo privação da
proteção materna e privação social na
inflição de dor, ou seja, afastar os animais
da convivência de outros animais, para a
observação do medo; no uso de estímulos
aversivos, com choque elétricos para
aprendizagem; e na indução dos animais a
estados psicológicos estressantes, como
afastando-se os filhotes recém nascidos de
sua mãe, por exemplo.
Experimentos armamentistas
Os animais são submetidos a radiação de
armas químicas e biológicas, assim como a
descargas de armas tradicionais. São
expostos, ainda, a gases e são baleados na
cabeça, para estudo da velocidade dos
mísseis.
Pesquisas dentárias
Os animais são forçados a manter uma dieta
nociva com açúcares, e hábitos alimentares
errôneos para, ao final, adquirirem cáries e
terem gengivas descoladas e a arcada
dentária removida.
Teste
de colisão
Os animais são lançados contra paredes de
concreto. Babuínos, fêmeas grávidas e outros
animais são arrebentados e mortos nesta
prática.
Dissecação
Animais são dissecados vivos nas
universidades e outros centros de estudo.
Práticas médico-cirúrgicas
Milhões de animais são submetidos a
cirurgias nas faculdades de medicina
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