Sede
  Diversos
  Eventos
  Outros
     
 
 
   
 
  Bem Vindos ao Site da Associação de Amparo aos Animais de Pequeno Porte de Salto
 
 

A.A.P.A.S.

 
 
 
  Leia Sobre...
 

O CRIME VIROU ESPORTE

 

Sob o disfarce de revolução cultural, é legalizada mais uma modalidade de exploração e maus tratos a animais .

O Presidente Fernando Henrique Cardoso mudou o status do peão, para  “atleta”; o Senado aprovou o uso de instrumentos de tortura nos rodeios, alegando que não não causam dor nos animais. Por que será, então, que os animais não corcoveiam quando estão sem o sedém ou quando não levam choques?

Os vídeos, fotos e explicações detalhadas que vêm a seguir, mostram a nossa triste realidade, onde “caubóis ”brasileiros, parodiando uma cultura estrangeira, prestam-se a maltratar animais sob o disfarce de "entretenimento”.
 
O respeito que merece um atleta, seria devido a esses peões se fossem usados “touros mecânicos”, como já se usam em diversas cidades norte-americanas.
 
Por enquanto, o que temos, é a legalização descarada de um crime ambiental.

 

A VERDADE SOBRE OS ANIMAIS

 

Os animais usados nos rodeios são artistas prisioneiros, a maioria dócil, mas compreensivamente desconfiados dos seres humanos devido ao tratamento áspero que receberam.
 
Muitos desses animais não são agressivos por natureza; eles são fisicamente forçados a demonstrar um comportamento selvagem para fazer os cowboys parecerem corajosos.
 
Os organizadores de rodeios alegam que o animal trabalha apenas por oito segundos, como se não houvessem centenas de horas de treinos não supervisionados com o mesmo animal.
 
Eles contestam também que os animais utilizados são selvagens e que pinoteiam por índole. Caso fosse verdade o sedém não seria necessário e o animal não pararia de pular após a retirada do mesmo.
 
AS ACROBACIAS

 

LLAÇADA DE BEZERRO:
L
Animal de apenas 40 dias é perseguido em velocidade pelo cavaleiro,  sendo laçado e derrubado ao chão. Ocorre ruptura na medula espinhal, ocasionando morte instantânea. Alguns ficam paralíticos ou sofrem rompimento parcial ou total da   traquéia. O resultado de ser atirado violentamente para o chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa.

 

L
L  LAÇO EM DUPLA / TEAM ROPING:
L
Dois cowboys saem em disparada, sendo que um deve laçar a cabeça do animal, e o outro as pernas traseiras. Em seguida os peões esticam o boi entre si, resultando em ligamentos e tendões distendidos, além de músculos machucados.

 

L
L  BULLDOG:
L
Dois cavaleiros, em velocidade, ladeiam o animal que é derrubado por um deles, segurando pelos chifres e torcendo seu pescoço.

 

 
FERRAMENTAS DE TORTURA

 

Agulhadas elétricas, um pedaço de madeira afiado, ungüentos cáusticos e outros dispositivos de tortura são usados para irritar e enfurecer os animais usados nos rodeios, com o objetivo de mostrar um "bom show“ para a multidão.

 

L
L  SEDÉM OU SEDENHO:
L
É um artefato de couro ou crina que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pênis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento em que o animal sai à arena. O resultado é a compressão dos canais que ligam os rins a bexiga. O prepúcio, o pênis e o escroto são também comprimidos, o que faz o animal saltar desesperado, procurando se libertar do incomodo e da dor. Além do estímulo doloroso pode também provocar rupturas viscerais, fraturas ósseas, hemorragias subcutâneas, viscerais e internas e dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal fique exposto a tais fatores, pode-se evoluir até o óbito.

 

L
L  OBJETOS PONTIAGUDOS:
L
Pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol são colocados nos sedenhos ou sob a sela do animal.

 

L
L  CHOQUES ELÉTRICOS E MECÂNICOS:
L
Aplicados nas partes sensíveis do animal antes da entrada à arena, para enfurecê-los. 

 

 
LESPORAS:
L
Às vezes pontiagudos, são aplicados pelo peão tanto na região do baixo-ventre do animal, na cabeça e em seu pescoço, provocando lesões e perfuração do globo ocular.

 

L
L  TEREBENTINA, PIMENTA E OUTRAS SUBSTÂNCIAS ABRASIVAS:
L
São introduzidas no corpo do animal através do ânus.


 

L  PEITEIRA E SINO:
L
Consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, logo atrás da axila, causando-lhes lesões e muita dor. O sino pendurado na peiteira, constitui-se em mais um fator estressante pelo barulho que produz à medida em que o animal pula.

 

L
L  GOLPES E MARRETADAS:
L
Na cabeça do animal, seguido de choque elétrico, costumam produzir convulsões no animal e são o método mais usado quando o animal já está velho ou cansado. Esses recursos que fazem o animal saltar descontroladamente, atingindo altura não condizente com sua estrutura, resultam em fratura de perna, pescoço e coluna, distensões, contusões, quedas, etc.  

 

 
ESCOLHAS E OPORTUNIDADES:

 

Embora os cowboys de rodeio voluntariamente arrisquem-se a sofrer injúrias nos eventos em que participam, os animais que eles usam não têm esta escolha.
 
Os Bezerros laçados quando estão correndo a mais de 27 milhas por hora, têm seus pescoços tracionados para trás pelo laço, geralmente resultando em injúrias no pescoço e costas, contusões, ossos quebrados e hemorragias internas. Eles ficam paralíticos devido à lesão de coluna vertebral ou suas traquéias ficam parcialmente ou totalmente machucadas. Os Bezerros são usados apenas em um rodeio antes de voltarem ao rancho ou serem sacrificados devido aos ferimentos.
 
Os cavalos dos rodeios geralmente desenvolvem problemas de coluna devido aos repetidos golpes que sofrem. Devido ao fato de cavalos não ficarem normalmente pulando para cima e para baixo, existe também o risco de lesão das patas quando o tendão se rompe.
 
As regras da associação de rodeios não são eficazes na prevenção de lesões e não são cobradas com rigor, nem as multas são severas o bastante para evitar maus tratos. Não há regras protegendo os animais durante as provas e não há nenhum observador objetivo ou exames requisitados para determinar se um animal foi ferido num evento.
 
NÃO VÁ A RODEIOS.
P R O T E S T E !
É SEU DIREITO DE CIDADÃO

  Veja como denunciar

 

Voltar

 

 
Webdesigner : Lulibacanga |  2005
 

  Home